Hoje tomei conhecimento que mais notícias dos Príncipes do ano chegaram. Enviei meus sentimentos em função das tragédias. E minhas explicações.
Verbena
A semente cresce, e quem sou eu para impedir? Deveria amar tudo o que é vivo, mesmo aquilo que se desenvolve em ti e te faz morrer. Ainda assim, é a natureza. Devo eu então adubar, regar e cuidar pra que cresça e floresça, mesmo que você seja o custo. Não há mais como ou até mesmo motivos para te salvar e espero não enlouquecer com a dor que virá. Quando você atravessar, em julho, estarei pronto para plantar novamente e regar com minhas lágrimas.
Cern
A vontade real é se desintegrar, deixar de existir, sem corpos, sem lamentação. A dor é tão extrema que se acredita entrar em harmonia com o universo em poucos segundos e se anseia pelo nirvana súbito que nunca vem. Espero que o lugar para onde vão os dias que se passam deixem de armazenar memórias. Porque eles estão voltando e estou cometendo os mesmos erros. Já estou cansado desta lamúria impotente, típica de agosto, e desta lástima que apavora cada silfo que serpeia esta minha vida blasfema.
“Estou cansado desta vida casta!"
Verbal
Por mais que eu tente nada se concretiza como eu quero. Fico vivendo então um futuro do pretérito cíclico determinado por até onde minha mente tortuosa consegue ir. Promessas nunca ditam permeiam minhas atormentadas memórias e mesmo que eu perceba que estou perdendo tempo, insisto. Ser intenso: um minuto dura uma eternidade, mas a dor que te lancina é tão grande que ultrapassa em muito o desejo da morte. Não durmo mais, dilacerai-me nos dias que esquentam Setembro.