"um dia discursa outro dia" já escrevia o poeta "e a noite, conhecimento" então que tal ? num sei, perdi a imaginação
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Google Tradutor
Querida Ludmila, conto pra tua pessoa a história da garota que muito estudou Física, talvez com este exemplo você possa trilhar pelo caminho da filosofia natural com mais harmonia.
Luciana, de cabelos desgrenhados e All Star, apesar de os considerar desconfortáveis os usava para se sentir mais normal, estava atrasada para seu seminário. Apesar de correr e pensar nas forças fortes, ou fracas, que mantém unida a matéria em seu devaneio uma lâmpada estourou, sua forte característica científica tentou relacionar o evento e ao imaginar que talvez tivesse telecinese, um sonho há pouco tempo esquecido de todos os nerds, tentou mover uma xícara. Sua maligna intenção era arremessá-la contra a parede e expressar seu poder destrutivo, não foi bem sucedida, ainda correndo enquanto brincava com os pedaços de lâmpadae explorando seus novos poderes e sem se tocar que passava por pessoas que falavam diretamente em sua mente, algumas se queixavam dos cortes. outras não. Afinal, nesta vida atribulada sempre existem pessoas que vivem em função do Amor.
Ao chegar no local uma cadeira de bar no ponto central foi onde se alojou Luciana, que não precisou de aparelho dentário na vida. O Ambiente cosmopolita a fez esquecer os pedaços de lâmpadas e o destino deles se perdeu. Um senhor de barba branca parecia o alvo perfeito para treinar suas novas habilidades, porém sua opinião era sempre dada em alemão enquanto ouvia em inglês. usando então um raciocínio de significantes e Google tradutor ela conseguiu entender a opinão e sua palestra, o mundo já não havia fronteiras de língua e nesta abertura do mundo sua curiosidade e fome se mesclaram. Iluminada pegou embaixo da cadeira metálica de bar que não tem divisória embaixo uma bandeja de morangos, queria abrir com a força do pensamento mas falhou. Queria que os morangos flutuassem e eles flutuaram e dançaram em movimento harmônico simples, seu mundo e sua sanidade estavam desabando.
No entanto, A Arquiteta “que projetou tudo aquilo” sentiu seu cheiro e entrou na sala com os seus comparsas Luciana atirou o morango em seu rosto que a feriu, mas não fisicamente, a alma da arquiteta sentiu a sua repulsa gerando lágrimas e Luciana, confusa, não suportou a cena e se atirou sobre o rosto manchado secou-o e em resposta um sorriso recebeu, todo escárnio pela sua fraqueza em não se manter coerente. Luciana deu-lhe então um abraço e um tapa na cara esperando feri-la de verdade.
Nas palavras da mesma:
"Seus comparsas agiram, eu atirei mais morangos e corri. Corri muito pelo departamento, fugindo dos pensamentos daquele time abissal. Mas era dia de Mostra de Profissões, o prédio estava infestado de adolescentes que só queriam saber de comer fandangos e fazer rodinhas de violão.
A noite caiu e o time desistiu. Eu queria ver mais palestras, mas eu não pude. Fiquei presa a um grupo de adolescentes (que se me permite a intromissão a confundiram com uma caloura e passaram a atrde a lhe mostrar novos toques de violão, não tocaram Tribalistas, o que eu como todo bom expectador adoro) e tive que pular do terceiro andar para o estacionamento. Meu poder ficou mais forte, já poderia arremessar cadeiras de metal. E meu mundo se tornou branco. uma luz de sol batia em minha face. "
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