terça-feira, 3 de novembro de 2015

O caminho

Gabi, para você não adianta mostrar a força da mulher, vc já conhece. Porém hoje acordei com vontade de compartilhar segredos e sei que um dos que eu tenho você procura há algum tempo já.
 Não te conheço, é claro, sou um velho fraco que não sai de sua cama. Eu te observo pela Onirion. Não, não tenha medo, é só uma carta! Continue lendo! Minhas intenções são boas, apesar do caos inicial que gerará na sua vida a na dos outros. Você procura pelo PVI e não parece ter doído você ler isto. E embora diversas vezes você, em sua investigação das quartas-feiras, tenha chegado bem perto dele, tinha resultados ruins nos outros dias. E ainda assim você viu o padrão esperando ansiosamente a cada semana pelo dia que finalmente pisaria no PVI. Eu acompanhei por aqui. E esta identificação dos padrões, o pensamento sistemático, a persistência e a mente aberta foram os fatores que me fizeram torcer por você. Acordei animado no dia que você descobriu que o PVI ficava em apenas um lugar, porém sua entrada mudava a cada semana e naquele dia que você tentou seguir a bruxa fiz chover no mundo de emoção. Não contava, porém, que para entrar no prédio ela se cobria de disfarces e conseguiu por semanas te despistar. De alguma forma sua insistência e metodologia recorrente porém ineficaz fez-me lembrar de mim jovem e determinado a entrar no PVI em uma época que tudo era mais fácil. E por isto meu desgosto ao saber que você desistiu, longe de seu objetivo, assumindo que o PVI era só uma conversa de bêbados que falavam de magia. Mas ontem me peguei curioso a seu respeito e fui te visualizar na Onirion. Fiquei impressionado com sua palestra sobre sequenciamento de segunda geração! Você é uma prelecionista nata! Mas isto é migalha perto do assunto que você ministrava! Lembra como funcionava? Uma mensagem inteira, fracionada lida letra por letra. Através disto você não precisa seguir ninguém e nem chamar a atenção para você. Vá até o DCE Piscina e observe o padrão, algumas pessoas param em frente ao mural de recados, falam uma palavra e depois dão a impressão de estar lendo. 
E tão rápido quanto chegam, eles somem na multidão, não tente ir atrás deles. Mas lembre-se das tecnologias de sequenciamento e olhe para o mural de vagas e de festas, deixe que sua visão seja preenchida por ele, como o DNA preenche o microchip. Quando as letras quiserem saltar diga "Illumina" e observe se formar na sua frente a mensagem dizendo onde é o ponto de entrada para o Pavilhão Invisível. Faça antes das 13:00. Tenha uma boa aula!




terça-feira, 13 de outubro de 2015

Anúbis

Querida Jade, as vezes tenho a impressão que com o passar do anos, ao invés de encurtarem ou se tornarem corriqueiros eles se delongam e custam a passar. A finalização da roda e as apresentações dos príncipes ainda parece muito distante. Aguardo ansioso minha viagem à Terra Prometida no próximo ciclo. Alberto diz estar animado com a viagem, mesmo sem saber se vai ou não e por isto me olha como um cachorro pedinte para que eu avalie sua dedicação durante este ano. Fico pensando nestas minhas mãos enrugadas e como eu amava caminhar pelos Jardins da cidade nos anos que.... é melhor parar por aqui, reminiscências me trazem dor pelos que já partiram. Conto-te então a história do que te persegue.

Estávamos todos ansiosos para a apresentação da banda, mas era necessário comprar ingressos. Fico espantado como as pessoas vendem ingressos no restaurante do ICHS. Eram duas filas, uma para comer, a que eu entrei, e a outra para comprar o ingresso. Andava normal e falava normal, mas via a realidade como um bêbado. Soube no mesmo momento que estava na Onirion. É engraçado quando se está lá e se percebe dentro. O mundo muda. Olhei para as minhas mãos que não pareciam corrompidas pela idade e sim jovens além de estranhamente brancas. Entrei na primeira porta a direita, já que na Onirion a primeira coisa a se fazer quando se vai a algum lugar é virar na primeira a direita. Andei pelas vielas, e cheguei até uma casa, ela estava bagunçada e não havia lâmpadas, apenas a luz do sol, que entrava pelas janelas. Alguns móveis velhos estavam empilhados. Perto de mim alguns camelos passavam. Eu continuei explorando quando ouvi um barulho. Inicialmente pensei que eram ratos, mas logo percebi que se tratava de um humano, careca, pintado com tintas metalizadas douradas e roxas. Ele estava no fundo do cômodo, se concentrando e olhando para o infinito acima. Eu me lembrava vagamente daquilo, entendia o que ele estava fazendo e limites estavam sendo cruzados e sempre que alguns limites são cruzados os resultados nunca foram benéficos à humanidade. Um jarro de barro, que eu sabia ser um Bah, recebeu um smartphone, um HD externo e foi fechado. O homem então passa uma adaga ritual na mão e com seu sangue sela o Bah. 
           Neste momento um gato  pulou perto de onde eu estava, eu me assutei e fiz barulho. O homem olhou na minha direção. Quis o Universo que eu estivesse no escuro e escondido entre as tralhas da casa o que, acredito eu, fez o homem pensar que eu era um rato ou até mesmo o gato e continuar seu ritual. Prendi meu cabelo e silenciei a respiração, aquilo estava indo longe demais. Os movimentos que o homem pintado fazia pareciam muito bem ensaiados, era um ritual fatal, eu sabia disto, mas não entendi onde ele queria chegar. Por uma janela ao longe eu pude ver que um crocodilo se aproximava. Havia elementos demais, sim, elementos egípcios! Era um ritual de mumificação e o limite a ser quebrado era entre a vida e a morte. O desespero tomou conta de mim quando o homem vira para si a adaga ritual e enfia no peito, perfurando seu coração. Em meio a dor ele cai sobre o círculo, diz algumas palavras e seus olhos estão cerrados. Eu me levanto, vou em direção a ele, sei que há pouco tempo. Um papiro antigo está sobre a mesa. Uma palmeira do lado de fora da casa. Eu me concentro. A magia das areias brancas, o sol sob as nossas cabeças, a palmeira mostrando a perseverança da vida. Eu impus minha mão sobre o ferimento, uma anel estranho estava nela. mas não tinha tempo para pensar nisto, eu era um canal da vida, um fonte de regeneração. As células cresciam e se ligavam pelos desmossomos, fibras musculares eram montadase o coração voltou a bater. Era ensurdecedor.
     Agora respirando mais calmamente, antes que a cicatriz se formasse recolhi a adaga ritual e o papiro cheio de hieróglifos. O que eu vi no espelho, porém me desconcertou. A pessoa refletida não era eu. Porém não era hora de eu entender isto. No corpo estandido ao lado a morte tomava conta e nos braços e pernas bandagens de múmia apareciam. a gaze se enrolava mas recebia resistência da vida da palmeira que eu havia canalizado para o corpo do homem. Do lado de fora a palmeira seca era só uma sombra de seus dias de glória. Saí correndo. atrás de mim o homem acordava descobrindo que estava vivo e percebia que o ritual que ele fez estará em finalização pelo resto de sua existência. O poder alcançado sob um custo tão alto nunca estaria acessível para si. Em vão, ele procurava quem havia feito aquilo pois só a partir do momento que a fonte canalizadora de energia vital dele secasse ele estaria livre para morrer e se tornar a múmia que tanto sacrificou para ser. Abriu o Bah, pegou sua existência terrena, encerrada em aparelhos eletrônicos banais. E saiu em perseguição. Porém ele não vinha atrás de mim. Ele está perseguindo você.   

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Vorme Escoriáceo


Querido Maks, após a lua se tornar sangue pela quarta vez em um ano, parece que o Poder voltou a fluir. Não sei se pelo evento ou se pela Esperança que todos depositaram. Mudar de cidade tem seus efeitos benéficos. A maresia me dá calma e a certeza que vocês todos passarão e mesmo assim a maré vai baixar e levantar. Mas já me perco... Conto o que ocorreu antes disto.
               Eu caminhava livremente por uma paisagem desértica, não era um deserto de verdade, havia um fio d’agua que corria, impressionantemente, não cresciam flores em suas encostas, mas dava pra ver que era um rio velho. Lílian parecia sedenta, chegou feliz ao ver as águas, pegou um pouco para beber, mas as águas eram amargas. Lílian não entendeu a ironia do destino. Eu não entendia o sentido daquilo, pois neste dia, caminhava consciente, sem o apoio de Alberto.Olhei para a direita e reconheci o casal de amigos, ela, que agora se afirmava orgulhosamente como ela e ele, hoje velho, mas jovem. Uma equipe de médicos tentava salvá-lo fazendo-o entrar na casa em cima do morro, onde as portas eram onde ficariam as janelas.
Não me satisfiz, entrei na sala para jantar e minha intuição me revelou a presença desses membros de ordens obscuras e triangulares, coisas goréticas. Uma mulher entupida de suas conspirações, pregava a volta de seu deus e culpava os triangulares pela situação do mundo. Saí da casa sem ao menos comer e uma mulher me contou a história do deserto, talvez assim as coisas fariam sentido para Lílian.
                Um estrangeiro viajava pelo deserto e encontrou terra fértil. Estava feliz pois poderia repousar ou comer, esperava que aquela terra fosse hospitaleira. Uma casa simples ele avistou.Nela havia um criadouro de porcos e duas irmãs cuidavam deles. Quando o estrangeiro chegou encontrou primeiro a irmã mais velha e perguntou se ela poderia ensinar hebraico pra ele. E qual era o nome das irmãs dela. A zombeteira disse o nome dos porcos que cuidava, como se fossem o nome das irmãs e irmãos que ela tinha. Ele se interessou pelo nome de uma delas: Sassena. A mais nova então trouxe uma porca, segurando-a pelo focinho e rindo gritou ameaçadoramente “é esta aqui, agora corra estrangeiro amaldiçoado!” O estrangeiro ficou perplexo. E mais ainda ficou quando um grande vorme, como uma minhoca subiu da terra, comeu a casa,  a casa dos porcos, a menina mais nova e a doce Sassena. Ficaram a mais velha e o estrangeiro intactos, porém cobertos de lama.
          O vorme comia e urinava no mundo, formando um pequeno córrego. O estrangeiro se lembrou de histórias mais velhas que esta e descansou. A garota mais velha, porém resolveu que tinha que vingar seus pais, que estavam dentro da casa. Fortalecida pela vingança, ela se concentrou e verificou que o vorme tinha uma roupa, perguntou ao estrangeiro o que era aquilo e ele disse que o vorme também já foi uma serpente no mundo. E recebeu uma roupa abençoada, para que suas excretas permitissem a vida, purificando a urina do vorme criador de rios. O vorme comia pessoas, casas, pequenas cidades (cadeia alimentar não é mesmo?) e era muito justo e religioso, cantava louvores a Quem Criou o Mundo e isto purificava a urina dele. A menina então tirou a roupa dele enquanto ele dormia digerindo sua última refeição e foi embora, levando o artefato sagrado. O vorme, sem saber o que fazer se afundou no Mar Morto e o que saía dele se tornou amargo e improdutivo. E as terras viraram deserto. Voltei minha atenção à mulher e ela me disse: “Agora vou te dizer onde você deve procurar o purificador das águas.” Mas eu lembrei que ainda não havia jantado. Me levantei agradeci a história e fui jantar.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Espectrometria de massas

Ivan, este período sabático foi realmente importante, mas precisa acabar! A iminência da guerra dos sonhadores me obrigou a escrever esta mensagem com o que eu presenciei e que deveras me pertubou.

A noite rendia em tédio e procurei nos braços de Enoch algum tipo de conforto ou aventura. A idade não me permite, eu sei, mas os ventos marinhos tem um efeito revigorante e diferente que o frio debilitante da cidade que tudo mofa, até o K. E assim, procurando algo entrei na Onirion e me vi em uma divertida competição, porém estava em uma equipe psicologicamente fraca. Lembre-se, sempre escolha bem sua equipe de power rangers, pra quando acabar o mundo vc sobreviver. Três membros da equipe desistiram e resolveram sabotar o projeto de onde vinha, e eu até agora procuro saber o que é isto. Quando eu me deparei com uma pessoa que capturava tornados. Havia uma multidão observando o captor que laçava os jovens tornados que estavam a se formar no ar. Mas capturar e trazer a si um tornado era fácil, mas o captor sem querer laçou um e neste meio tempo oito tornados nasceram, possivelmente filhos de Octimatri, e se prenderam ao laço, junto com o alvo. E a força era muito grande para o captor e um perigo a multidão. Quem conhece a força de Octimatri em agosto, consegue imaginar o que seria ela sem os seus filhos. Mas o estrago estava feito. E era necessário analisar por espectrometria de massas de acordo com os Materiais e Métodos, parte mais importante do artigo que estava sendo lido. Neste aspecto é importante lembrar que a contaminação é um fator importante e para se evitar isto recolhi os 10 ventos (recitei Baora) e os coloquei em sacolas de pão. Um isolado e nove juntos, cada um com suas características de acordo com as CNTP. Entramos no carro, mas estava tarde e preferimos subir o morro do Gadiolli e despontar em Acioli numa pousada onde uma garota ruiva, que também vendia temperos nos aguardava enquanto Pietro fazia o check in. Entramos e foi quando eu vi ele. Ele se parecia com vc, Ivan, não agora enquanto vc ainda é jovem, ele se parecia com você quando você já era velho, há muito tempo atrás. E ele tinha um grupo de alunos que em coro cantavam e dançavam esperando o amanhecer do dia e ele me perguntou o que eu trazia que poderia quebrar a realidade dele. Eu disse que trazia tornados para analisar no espectrômetro de massas e também dois demônios no sanduíche. Ele se interessou, pois em sua crítica da vida a falta de sentir era suficiente para invalidar os eventos no outro. E ele me pediu pra ver um demônio do sanduíche. Eu entrão abri o sanduíche de pepperoni  e disse "Nuk baoni nora!",  e na hora ele teve ânsia de vômito. coloquei minha mão na frente da boca dele de onde o lagarto saltou, livre, pq quando se evoca, tem que aguentar as consequências! Após brincar com o pequeno era necessário levá-lo ao seu lugar e eu disse "(?)... kaogui Matsunaga deona." e ele entrou dentro da boca do meu interlocutor e ele ficou feliz pois tinha o necessário para avançar em suas pesquisas, mas eu disse que não, pq a próxima vez que o demônio do sanduíche de pepperoni saísse, ele só poderia sair da boca da Bruna. E ele não sabia quem era Bruna.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Telúria

Querido Wellington, nesta noite espero te contar porque não me encontro mais com você e porque aquilo que você tanto procura, não achou em mim:


Eram quatro amigos, juntos desenvolviam seus espíritos científicos procurando encontrar, analisar e interpretar as maravilhas do universo. Sentavam e debatiam durante horas a fio, pesquisavam e testavam o mundo. Queriam controlar as variáveis, encontrar a equação universal. Mal eles sabiam que o universo tem suas leis, ainda não totalmente conhecidas por qualquer ser vivente. E que determinadas conjunturas promovem determinados efeitos no universo, afim de se alcançar sempre a menor energia livre de Gibbs. E assim manter o Parâmetro Universal. Vinícius, irmão de Pedro, um dos quatro amigos, não entendia nada do que os mesmos falavam e por ser mais velho resolveu zoar o irmão, chegou onde eles estavam, e começou a atemorizar os jovens. E como se estivessem em uma dança, cada um deles fez movimentos que, em conjunto, formam um protocolo presente nas leis da natureza. Vinícius então enfiou a cabeça dentro de um tonel de água. Ele não entendeu quando, ao levantar, seu irmão Pedro havia desaparecido. O protocolo do universo havia sido concluído e então Pedro foi banido para outro lado da realidade, nele, o tempo não existia e em cada lugar era todas as horas do dia ao mesmo tempo no céu era possível identificar o Sol e Lua em cada fase e o Sol em cada momento do dia. Apesar do tempo não passar Pedro podia passear pelo espaço e aproveitava para ler, e aprender tudo o que poderia.
 Porém um dia ele ouviu Leandra, irmã de um dos seus amigos que estava parada perto de onde ele havia desaparecido, ele tentou então falar com ela e para a sua surpresa ela respondeu. Ele então se declarou, dizendo que a amava mas ele era quatro anos mais velho e contou sobre o lugar onde ele estava preso. Ela então se esforçou para se tornar a cientista que conseguiria libertar o seu amor. Suas pesquisas, mirabolantes mostraram a ela um possível protocolo para que o evento reacontecesse. Leandra, mais que rapidamente, após quatro anos gerou uma trama social na qual poderia se repetir todos os eventos da vez anterior. Percebendo que Vinícius não iria enfiar a cabeça no tonel de água, pegou a cabeça do mesmo apesar de sua mão não parecer como a mão dela, e enfiou no água. No mesmo instante Pedro apareceu voltando a nossa realidade parecendo ser quatro anos mais novo que seus amigos enquanto que Leandra parecia ter a sua idade. Leandra correu ao seu encontro, mas ao fazer isto um novo protocolo foi iniciado e ao chegar perto de seu amado ela foi banida para o paralelo, onde o tempo não passava e era cada momento da eternidade ao mesmo tempo.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Finalizações

Nikolas, peço-lhe por favor que envie as cartas aos Príncipes do Ano. Infelizmente Alberto foi visitar sua mãe e não poderá me prestar o serviço. Serei a ti grato.

Pizza e Jazz Por vezes ando desafiando encontrar você. Sobre a causa ainda discuto mas deve ser esta dor revigorante que me faz tentar me levantar dos mortos e ir te ver. Esqueço das convenções e me perco no êxtase provocado pela ausência mesmo que diante. Eu não quero que você sonhe comigo, que fique sem graça ao me ver. Eu desejo que você não tenha ações. Resgatai-me nos dias de sargeta de Outubro! 14/10/2007



DecepçãoE com todas as variações, com todos os investimentos e pensamentos: nenhuma promessa não dita foi executada. Ou até mesmo as ditas. E Dita começou a me golpear, mas a dor deixou de ser o meu remédio. É agora o que mantém minha vida em tédio. Cansei da agonia desta geração e sei que não vou viver sem ela. Ensinai-me a grande lição dos mortos em seus dias de Novembro!
02/11/2005

Ciclos Venerei, Santifiquei, Vi, Escrevi, Analisei, Gritei, Enlouqueci, Desintegrei, Insisti, Encontrei, Vivi e Recomecei. Eu tive certeza: estou viciado na minha vida. E isto não é um brado de Esperança, é uma constatação da agonia suprema. Não há saída e eu não posso me expressar. É esta sensação claustrofóbica que irá me matar. Destruir-nos. Liberai-me, Impeça-me de recomeçar nos dias findos de Dezembro.
28/12/2008

sábado, 1 de setembro de 2012

Missão Pirata

Heloation, aqui vai um relato de minha aventura pelos sete mares:
Após descobrirmos a localização do tesouro resolvemos, nós, meros piratas do mar azul, acompanhar a frota real. Mas não sabíamos que a Rainha era invejosa e de má índole. Como seu navio estava sem gasolina e o tesouro tinha prazo de validade a perversa resolveu roubar o navio de Ludmila e Amanda Douglas, mas eu era amigo das meninas e fugindo com um cópia do mapa do tesouro fugimos e içamos a vela com o intuito de dar uma lição na malvada. Porém uma idéia me veio a cabeça: e se tentássemos ir por terra seca para tentar fugir mais eficientemente da Rainha? por isto fomos até um pórtico e resolvemos entrar no centro histórico da cidade entupida de morro, para facilitar com medo que o navio pegasse embalo resolvemos de comum acordo pular do navio e ir a pé nas decidas e para facilitar ainda mais nós convertemos o navio em uma mobilete, descemos então uma sequência de morros até que procuramos pelo asfalto onde finalmente o navio andaria mais rapidamente e poderíamos voltar a posar de piratas, porém ao chegarmos na BR, descobríamos que o mesmo ia para Dom Silvério, o que frustrou nossos planos pois pretendíamos ir a Belo Horizonte. Sorte que tínahmos Amanda Douglas conosco e que conhecia uns alunos da UFMG que poderiam nos levar para a estrada correta. Fomos então para a unidade da UFMG no centro histórico perguntar pelo amigo. Ao chegarmos lá havia um encontro de diversidade com os amigos de Amanda Douglas em um debate acirrado. Tive dúvidas do que fazer. Por fim decidi comer yakissoba, para dar sustentação durante nossa aventura, que estava apenas começando!